Mulher na aviação
Desde o primeiro voo de um balão de ar quente, em 1783, a aviação sempre foi um reduto do sexo masculino. Até que as mulheres decidiram entrar de sócias nesse tão seleto clube. Algumas, sem dúvida, merecem destaque especial, dadas as condições excepcionais que enfrentaram em seu tempo:
Amy Johnson, que em 1930 tornou-se a primeira mulher a voar sozinha, entre a Inglaterra e a Austrália. Durante o curso de aviação, seu instrutor lhe disse que ela só seria levada a sério na profissão se fizesse algo realmente notável. É isso mesmo, sendo mulher, não bastava pilotar um avião; era preciso fazer alguma coisa a mais, extraordinária. Não é fácil ser mulher...
Em 1932, a norte-americana Amelia Earhart foi a primeira mulher a fazer um voo solo transatlântico. Ela voou do Canadá à Inglaterra, em 15 horas e 18 minutos.
Três anos depois, ela voou pela primeira vez entre os EUA e o Havaí, também em voo solo. E em 1937, Amelia desapareceu no Oceano Pacífico em sua tentativa de tornar-se a primeira mulher a dar a volta ao mundo em um avião. A biografia de Amelia Earhart é muito rica de aventuras, e merece que se dê uma lida na página: http://pt.wikipedia.org/wiki/Amelia_Earhart
E no Brasil? A primeira mulher brasileira a se habilitar e trabalhar como aviadora foi Anésia Pinheiro Machado (1902-1999).
Mas no Brasil as coisas nunca são assim tão fáceis, pois a filial brasileira da International Organization of Women Pilots considera Tereza de Marzo a pioneira da aviação.
As duas eram contemporâneas, eram também colegas da mesma escola de aviação e tiveram o mesmo instrutor, com quem Tereza viria a se casar.
A audaciosa francesa Jacqueline Auriol, aos 34 anos, em 1951, tornou-se a primeira mulher a trabalhar como piloto de provas. Em 1953, Jacqueline rompeu a barreira do som e em 1963 chegou a alcançar a velocidade de 2038 km/hora, a bordo de um caça Mirage. Morreu em 2000, aos 82 anos.
Hoje as mulheres estão não apenas na aviação civil como também na militar. Certamente esse ainda é um campo a ser explorado e o que não falta é competência.
Amy Johnson, que em 1930 tornou-se a primeira mulher a voar sozinha, entre a Inglaterra e a Austrália. Durante o curso de aviação, seu instrutor lhe disse que ela só seria levada a sério na profissão se fizesse algo realmente notável. É isso mesmo, sendo mulher, não bastava pilotar um avião; era preciso fazer alguma coisa a mais, extraordinária. Não é fácil ser mulher...
Em 1932, a norte-americana Amelia Earhart foi a primeira mulher a fazer um voo solo transatlântico. Ela voou do Canadá à Inglaterra, em 15 horas e 18 minutos.
Três anos depois, ela voou pela primeira vez entre os EUA e o Havaí, também em voo solo. E em 1937, Amelia desapareceu no Oceano Pacífico em sua tentativa de tornar-se a primeira mulher a dar a volta ao mundo em um avião. A biografia de Amelia Earhart é muito rica de aventuras, e merece que se dê uma lida na página: http://pt.wikipedia.org/wiki/Amelia_Earhart
E no Brasil? A primeira mulher brasileira a se habilitar e trabalhar como aviadora foi Anésia Pinheiro Machado (1902-1999).
Mas no Brasil as coisas nunca são assim tão fáceis, pois a filial brasileira da International Organization of Women Pilots considera Tereza de Marzo a pioneira da aviação.
As duas eram contemporâneas, eram também colegas da mesma escola de aviação e tiveram o mesmo instrutor, com quem Tereza viria a se casar.
A audaciosa francesa Jacqueline Auriol, aos 34 anos, em 1951, tornou-se a primeira mulher a trabalhar como piloto de provas. Em 1953, Jacqueline rompeu a barreira do som e em 1963 chegou a alcançar a velocidade de 2038 km/hora, a bordo de um caça Mirage. Morreu em 2000, aos 82 anos.
Hoje as mulheres estão não apenas na aviação civil como também na militar. Certamente esse ainda é um campo a ser explorado e o que não falta é competência.